quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Contrato de casamento


O meu próximo contrato de casamento vai ser a termo certo.
(tal como acontece actualmente com as propostas de emprego)

Os contratos por tempo indeterminado já deram o que tinham a dar.
E o mesmo posso pensar para os namoros... ou todo o tipo de afectos.

Se formos realmente realistas, sabemos que tudo tem um fim. e até se virmos bem as coisas, provavelmente até conseguiríamos prever quanto tempo é que provavelmente gostaríamos de passar com determinada pessoa...  ou ao fim de quanto tempo é que ela nos mandaria passear.

Se nos fizessem escrever um prazo num papel sempre que olhamos para uma pessoa pela primeira vez, talvez os resultados não fossem assim tão desfasados da realidade.

à Maria gostaria de dar um Ano (por exemplo)
Enquanto por exemplo a Luísa  não penso que conseguisse passar dos dois meses (se tanto)
com muita pena minha.

Haverão outras raparigas que poderão valer bem uns dois meses, ou até duas semanas, (as mais vistosas)
porque depois, a partir daí os riscos de se tornar cornudo podem tornar-se eventualmente impraticáveis.

Neste aspecto, e para sermos mais prudentes, quanto mais sensuais ou atraentes elas forem , menor deverá ser o prazo que definimos.
Trata-se uma regra de três simples  (porque aparece sempre um terceiro gajo para nos lixar o esquema).

Com a Xana talvez conseguisse ir até aos três meses. Já a Lúcia, nunca menos de dois anos. (no caso dela tratar-se-ia sempre de um investimento de longo prazo, com expectativas de gerar frutos)

A Celina mereceria na realidade 5 anos, embora não sei se conseguisse assegurar os últimos dois com a mesma qualidade.

Para estes cálculos não é relevante saber se envolvem casamento, ou simples ajuntamento, se se trata de uma relação extra-conjugal ou se a segunda outorgante está também ela comprometida com terceiros.

A Antónia seria mulher para uns interessantes 6 meses. E se a Marta se aguentasse 3 semanas, talvez eu conseguisse ouvi-la mais uns dias (de bónus...)
A Estela, apesar de não ser esse tipo de mulher, talvez não passasse de um dia (ou noite).

Mesmo que estes contratos nunca se formalizem, devíamos procurar fazê-los sempre mentalmente.
Talvez nos ajudasse a lidar mais com o dia a dia, (e eventualmente com o seu término)

E se os pudéssemos mesmo revelar à pessoa em questão, então isso seria ....
(talvez evitássemos alguma ansiedade, ou expectativas erradas ...)

Podia-se sempre pedir uma prorrogação ... (renová-los por igual período)
E em situações de força maior, haveria sempre a possibilidade de os denunciar antes do termo, ou optar por uma rescisão amigável.
(embora saibamos de antemão que esse conceito não passa de um mito urbano).

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