segunda-feira, 30 de julho de 2012

o meu verdadeiro fito na vida

o meu objectivo como homem
(o que eu mais busco na vida)
É fazer com que todas as mulheres se apaixonem por mim...

Mesmo as feias
(nunca se sabe...)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

os homens podem fingir um orgasmo ?

se os homens podem fingi-lo ?
claro que sim (f*da-se !)
as vezes que ela comigo satisfaz-se
sem eu querer atngi-lo !

e se me tenho abstido lá chegar
(até ao auto-inflingido)
deixo-me apenas ficar
com a satisfação do dever cumprido

terça-feira, 24 de julho de 2012

Toda a gente sabe que os homens são brutos

E que antigamente, quando procuravam a mulher certa para se casarem,
era para terem realmente a sua fada do lar.
e ocasionalmente ...
ter também a sua f*da do lar .

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O golpe de misericordia

No dia em que eu ficar indiferente a uma mulher bonita
em que eu não seja capaz de lhe deitar um olhar
ou de (lhe) insinuar um piropo
nesse mesmo momento

e ainda que esteja de olhos abertos
belisquem-me ou abanem-me bem
porque estarei provávelmente morto
(ou num adiantado estado de coma)

Nessa altura
ainda que esteja de olhos bem abertos
já não devo passar de um cadaver
(que já nem sequer procria)

Nesse mesmo dia
e mesmo que esteja de olhos bem abertos
(ou mesmo que não o esteja)

apliquem-me por favor
o golpe de misericordia

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Lotaria

a mim ?
se me saísse a lotaria ?
casava-me já !

Ah é ?
pois olha, a mim,
e me saísse a lotaria
divorciava-me já !

terça-feira, 17 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Fazendo o impensável

Hoje vejo-me a fazer coisas impensáveis a mulheres bonitas :
evito ir à sala onde estão ...
viro-lhe(s) as costas nos corredores ...

Mas o mais doentio de tudo :
Deixar-me habituar à sua presença
ficar indiferente quando ela trabalha mesmo à minha frente

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Solução de compromisso


Pressinto o advento de um novo tipo de relações. A desdemocratização dos divórcios acontece por razões financeiras. Agora só mesmo os ricos (ou minimamente abastados) é que se podem divorciar
(ou simplesmente separar).
Tudo isto vai levar a uma manutenção algo artificial das relações
(muitas vezes em casas onde não há pão )

Mesmo nas uniões de facto esgotadas, vai ser preciso pensar duas vezes antes de resolver ir pagar uma renda de casa sózinho (fora o resto) ou ficar apenas dependente da manutenção do seu posto de trabalho.

Prevejo um novo surto de infidelidade(s) que acaba por ser uma solução de "compromisso"
entre pessoas que queiram fugir (ainda que fugazmente) à sua condição de sequestrados - por razões económicas.

E já nem falo de sexo. Iisso eles até podem continuar a ter nas relações em que se encontram.
O mais difícil às vezes é mesmo encontrar afecto sem que o factor obrigação esteja sempre em cima da mesa. Ou descobrir um carinho sem que o seu conjuge não esteja sempre obcecado com as obrigações incumpridas de que ela (ou ele) se acham credores.
Ou ainda suscitar uma carícia sem que lhe estejam sempre a atirar à cara os seu inevitáveis defeitos.

Porque mais do que tudo necessitarão de alguem com quem possam simplesmente estar.
Sem obrigações, ou recriminações.

Nessa altura os afectos passarão a ser a forma mais grave de adultério